3% | A SOCIEDADE DISTÓPICA BRASILEIRA

A trama é a seguinte: em um mundo devastado, todos os jovens que completam 20 anos têm o direito de tentarem passar para o lado bom e melhor da sociedade. Para isso, no entanto, devem enfrentar um processo seletivo muito rigoroso, árduo e até mortal, de modo que apenas 3% dos candidatos conseguem a aprovação.

Interessante, não é? Lembra muito Jogos Vorazes, Divergente, Maze Runner e todas as outras distopias futurísticas. Então se você gosta desse tipo de enredo, já pode adicionar 3% na sua lista de “séries-que-vou-assistir-pra-me-viciar-e-ficar-doido-esperando-novos-episódios”. Esse será o primeiro seriado brasileiro original da Netflix.

3% na verdade teve um piloto divulgado em 2011, produzido pela Maria Bonita Filmes e que recebeu muitas visualizações e críticas positivas. Desde então o projeto procurava algum financiamento ou alguém interessado em desenvolvê-lo.

Quatro anos depois, olha só… A Netflix resolveu apostar na ideia! “A disposição da Netflix de investir em conteúdo brasileiro, talento local e enredo criativo é a chave para o nosso crescimento como indústria”, afirma Tiago Mello, produtor executivo da série.

Diferentemente do piloto, os protagonistas serão João Miguel (Xingu, O Canto da Sereia, Felizes Para Sempre, Estômago) e Bianca Comparato (Sessão de Terapia, Como Esquecer, Avenida Brasil, Sete Vidas). A série será produzida pela Boutique Filmes e dirigida por Cesar Charlone, o diretor do longa-metragem O Banheiro do Papa e que foi indicado ao Oscar pelo trabalho como diretor de fotografia em Cidade de Deus. O roteiro fica por conta de Pedro Aguilera, o mesmo do piloto da websérie.

Piloto da série 3% (2011)

Assim como as demais histórias do gênero, 3% promete tratar de assuntos sérios e criticar determinados aspectos de nossa sociedade. Charlone chegou a comentar a profundidade da narrativa: “Em última instância, a série traz à tona questões sobre a dinâmica da sociedade que impõe constantes processos de seleção pelos quais todos nós temos que passar, gostemos ou não”.

De fato, a qualidade do piloto produzido em 2011 tem muita qualidade e não é à toa que foi muito elogiado. O atrativo também fica por conta do tema de ficção científica, um thriller futurista que atrai grande parcela do público jovem hoje em dia e que não é trabalhado em produções aqui no Brasil. É legal então ver uma série brasileira abordando esse tipo de conteúdo. Só achei uma pena que os atores serão alterados para a nova série.

3% será filmada com tecnologia Ultra HD 4K e está prevista para estrear mundialmente no segundo semestre de 2016. Para a alegria dos viciados de plantão, assim como as demais séries do canal de streaming, todos os episódios serão liberados de uma vez só, como a própria protagonista destaca no vídeo de anúncio.

O que espero é que a série contribua ainda mais para o avanço e reconhecimento do Brasil no mercado audiovisual. Como disse o vice-presidente de conteúdo local e independente da Netflix, Erik Barmack, “Estamos confiantes de que essa premissa fascinante será amplamente apreciada pelos nossos assinantes mundo afora”. Já estou ansioso para assistir!

Confira abaixo o piloto de 3% produzido em 2011:

(OBS: Para o pessoal que se lembrou de A Toca (2013), seriado da produtora criada por Felipe Neto, Parafernalha, a Netflix já tinha deixado claro que se tratava de um conteúdo exclusivo licenciado por ela, e não um “Original Netflix”. Fonte: Gizmodo Brasil)

JESSICA JONES| NOVAS INFORMAÇÕES DA SÉRIE SÃO DIVULGADAS

Nessa semana, durante a convenção da Associação de Críticos de Televisão dos Estados Unidos (TCU), o chefe de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos, fez um anúncio que soou como música para os ouvidos de qualquer geek-fã-adorador-da-Marvel: a cada seis meses o canal de streaming pretende lançar episódios de algum super-herói da editora (se vão ser novas temporadas ou séries inéditas, isso não foi especificado, mas o que importa?!!).

Depois do sucesso de Demolidor, lançado em abril, os fãs aguardam ansiosamente por Jessica Jones, série baseada na heroína que aposenta o uniforme e passa a trabalhar como investigadora. A estreia está prevista para o final deste ano, e a personagem ganhará vida a partir da atriz Krysten Ritter.

Krysten Ritter como Jessica Jones

Para quem não sabe, serão produzidas ainda as séries de Luke Cage (que será interpretado por Mike Colter e participará de Jessica Jones) e Punho de Ferro (sem ator confirmado). Assim como Demolidor, cada uma delas contará com 13 episódios. O plano do estúdio é formar um grupo e unir os quatro heróis na série Os Defensores (que terá 8 capítulos).

Já venho pedindo aos deuses que no desfecho dessa saga do Universo Cinematográfico Marvel (até lá nem sei se estarei vivo, mas farei o possível para que esteja), todos os personagens, tanto dos filmes quanto das séries, se encontrem e unam suas forças na batalha final. Seria fechar com chave de ouro e fazer algo que nunca ninguém realizou até hoje! O maior crossover de todos os tempos!

Murdock ao lado de Capitão América, Skye/Daisy/Quake destruindo tudo junto da Feiticeira Escarlate, Agente May combinando golpes com Viúva Negra… Marvel, posso sonhar com isso? Por favor, diz que sim!!!

Enquanto esse maravilhoso dia não chega, pelo menos podemos ficar contentes com as informações já confirmadas sobre a próxima série da parceria Marvel e Netflix. Na TCA, a produtora executiva de Jessica Jones, Melissa Rosenberg, afirmou que a enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson), de Demolidor, estará presente!

Rosario Dawson como Claire Temple

A produtora ainda contou que a série está bem fiel ao universo dos quadrinhos, e descreve Jessica como uma personagem falha, danificada e muito interessante. Em uma entrevista, ela também explica que apesar de ter muita ação, não é uma história sobre isso, e que vai trabalhar muito o arco emocional.

A sinopse oficial da primeira temporada foi divulgada em maio:

“Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.”

Logo oficial da série Jessica Jones

Logo oficial da série Jessica Jones

Não há duvidas da excelência do seriado. O próprio criador de Jessica, Brian Michael Bendis, já aprovou e gostou do que viu e disse que as atuações dos atores estão incríveis, inclusive que Mike Colter foi a escolha mais certeira possível para interpretar Luke Cage.

E aí, ansiosos?!

DISNEY | LISTA DOS CONTOS EM LIVE-ACTION SÓ CRESCE, PARA ALEGRIA DE TODOS

Foi anunciado nesta segunda-feira (20) que mais um desenho animado da Disney vai ganhar sua versão em live-action, A Espada Era a Lei (1963). O roteiro vai ficar por conta de Bryan Cogman, produtor e roteirista de Game of Thrones (omg!!), e a produção de Brigham Taylor, da franquia Piratas do Caribe (omg!! parte 2).

“A Espada era a Lei” (1963)

Parece então que a Disney resolveu mesmo investir nessa ideia durante os próximos anos. Além do live-action de Arthur e do mago Merlin, que promete ser uma produção fantástica, o estúdio também já anunciou as produções de A Bela e a Fera, O Livro da Selva (aquele do Mogli), Dumbo, Mulan, Pinóquio, A Pequena Sereia, um spin-off do Gênio de Aladdin, e pasmem, até um filme solo do príncipe de Cinderela.

(Aproveitando esse momento para abrir um parêntese. Embora tenha adorado Emma Watson como Bela, vocês já repararam como Anne Hathaway é parecida com a personagem e combinaria muito no papel? Enfim, apenas um comentário…)

Anne Hathaway como Bela, por que não?

Com o sucesso dos filmes já lançados, quem não pensaria em continuar, né? Alice no País das Maravilhas (que já tem a continuação confirmada) arrecadou mais de R$ 1 bilhão pelo mundo todo. Já Malévola (o 2 também já foi anunciado) e Cinderela forneceram lucros de mais de R$ 700 milhões e R$ 500 milhões, respectivamente.

Inicialmente o estúdio tentou apresentar enredos diferentes dos originais. Em Alice, as histórias dos livros Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, de Lewis Carroll, são unidas e adaptadas, apresentando uma personagem já adulta com o destino de enfrentar um dragão e salvar o reino mágico.

A Disney pegou pesado no marketing e divulgação do filme desde meses antes da estreia, deixando todos ávidos pelo filme. Pena que o que vimos nas telonas frustrou qualquer mísera e boa expectativa, apesar dos belíssimos trabalhos de fotografia e figurino.

Alice no País das Maravilhas (2010)

Malévola, por sua vez, prometia contar a mesma história do ponto de vista da bruxa, mas o que se viu foi na verdade uma narrativa diferente, em que a vilã se torna uma anti-heroína. Particularmente não gostei do filme. Angelina Jolie passou a mesma emoção que uma pedra, e a “surpresa”, além de muito previsível, nada mais era do que uma déjà vu de Frozen.

Malévola (2014)

Então eis que surgem os primeiros trailers da versão em carne e osso de Cinderela, revelando o início, meio e fim do longa-metragem, como muitos criticaram. Mas afinal, qual o problema? Dado o fato de que a Disney já havia anunciado que seria muito fiel ao conto (ao conto deles, e não ao original), todos já sabiam o desfecho, né?

E mesmo assim eles conseguiram fazer um filme encantador, capaz de trazer à tona a criança que ainda existe no interior de qualquer adulto, e cativar os mais novos – os quais cercados por Peppa e Minions, nem sei mais se conhecem ou se interessam pela magia dos clássicos Disney (eu sou fã, e antes que qualquer hater apareça por aqui, sei reconhecer os defeitos e os estereótipos que esses desenhos produzem, ok? Mas nem por isso deixarei de gostar!).

A companhia acertou em cheio com Cinderela, criando e recriando as cenas mais belas, trabalhando em um roteiro simples, acertando na escolha dos atores, e elaborando um filme fiel à história que todos nós conhecemos. Vejam bem, não estou dizendo que sou contra a adaptações e mudanças nos contos, mas desde que sejam bem feitas, fascinantes.

Cinderela (2015)

A ideia de trazer todos esses clássicos de volta, mas em versões com atores reais, agrada qualquer fã. Permite reviver essas histórias com a poderosa tecnologia disponível dos dias atuais. Ver as paisagens do País das Maravilhas em 3D, o luxuoso salão do castelo de Cinderela como se fosse palpável…

O que eu espero é poder me emocionar com todos os próximos longas da mesma maneira que foi com Cinderela. A Espada era a Lei tem tudo para ser uma ótima adaptação! Até consigo imaginar a cena em que Arthur retira a espada da pedra…! As mágicas de Merlin…!

Que esses anúncios não parem por aí!

COMIC CON 2015 | OS DESTAQUES DA MAIOR FEIRA GEEK DO MUNDO

A Comic Con International 2015, maior feira voltada à cultura nerd do mundo, foi realizada nessa última semana, de 09 a 12 de julho em San Diego, levando os fãs à loucura com a divulgação de trailers de filmes e de novas temporadas das séries. Foram muitas as novidades em apenas quatro dias de evento, e você pode conferir alguns destaques aqui!

Batman vs. Superman: A Origem da Justiça

Que trailer é esse?!! Sensacional!! Na tarde de sábado (11), o painel apresentou o novo e espetacular trailer do filme. Com certeza muitos que estavam receosos quanto ao longa-metragem mudaram de opinião. O vídeo ainda mostra as primeiras cenas de Gal Gadot como Mulher-Maravilha. Simplesmente incrível e o ponto alto da feira!

Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força

O painel Jedi era um dos mais aguardados. Foi divulgado um vídeo com os bastidores do filme, que estreia em 18 de dezembro deste ano. Apesar da falta de novidades, os fãs não ficaram na mão e saíram mais do que satisfeitos: estavam presentes Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford (Luke Skywalker, Princesa Lea e Han Solo, respectivamente)!

Deadpool

O público aplaudiu tanto e se entusiasmou tanto com o trailer que até pediu bis! O filme está previsto para estrear em fevereiro de 2016. O trailer ainda não foi divulgado oficialmente, mas você ainda é capaz de encontrar por aí filmagens feitas por quem estava lá presente, caso não aguente de ansiedade (este link estava disponível até a hora que eu abri)!

Esquadrão Suicida

Uma das coisas que os fãs mais queriam ver era o Jared Leto como Coringa. Bom, eles mostraram…! E aí, ainda duvidam dele?

The Walking Dead

Depois de cinco temporadas, parece que a série vai continuar com muito suspense e, claro, zumbis! Preparem os corações, a premiere da sexta temporada está marcada para dia 11 de outubro na TV americana.

Acima estão listados alguns destaques, mas a San Diego Comic Con teve muito mais!

Além de Deadpool, a Fox também apresentou um teaser de X-Men: Apocalypse, para delírio dos fãs dos mutantes (e de Game of Thrones, já que nele podemos ver Sophie Turner como Jean Grey). Infelizmente teremos que aguardar até maio do ano que vem para assistir.

Detalhe: o painel do novo filme foi aberto por Hugh Jackman, que recebeu uma homenagem e confirmou que vai se aposentar como Wolverine após o terceiro filme solo.

Foram anunciados também o retorno de Heroes, o filme da Tropa dos Lanternas Verdes, e o lançamento da adaptação cinematográfica do game Warcraft.

Como se não bastasse todas as novidades e a reunião de todos esses heróis, ainda teve selfie dos elencos de Quarteto Fantástico, Deadpool, X-Men e Gambit (Channing Tatum) junto com o Stan Lee!

 

É possível assistirmos o momento em que a foto foi tirada!

Falando nele, e a Marvel?

O estúdio levou apenas material das suas séries de TV, Agent Carter e Agents of SHIELD. Tratando-se de Marvel, precisa de mais?

Até porque os atores das duas séries brilharam nos bastidores do evento, fazendo uma batalha de Dubsmash e colocando todos os vídeos nas redes sociais para a alegria geral geek.

Consider the mic DROPPED. @realhayleyatwell #dubsmashwar2015 @clarkgregg

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Vocês podem ver todos os rounds e os bastidores da batalha nesse link.

E mesmo com o fim do evento, Hayley Atwell resolveu rebater o Dubsmash incrível de Clark Gregg acompanhado de seus 10 agentes. Nesta quarta-feira (15), ela publicou o seu vídeo de resposta com ninguém menos que o próprio Capitão América!

 

É pessoal, a Comic Con já foi e só nos deixou mais ansiosos para tudo que vem aí pela frente. Já sabemos que podemos esperar coisas muito boas! Sejamos firmes até lá! Enquanto isso, que tal um Homem-Formiga pra esse final de semana?!

DRAGON BALL SUPER | GOKU ESTÁ DE VOLTA!

Depois de quase 20 anos sem uma produção inédita, Dragon Ball retorna às telinhas. Neste último domingo (05) estreou no Japão a nova série de Goku, Vegeta e os outros sayajins, intitulada Dragon Ball Super.

A história se passa logo depois do arco de Majin Boo, antes do Torneio de Artes Marciais apresentado nos últimos episódios da saga e das aventuras da saga GT (esta criada especialmente para a TV, sem qualquer relação com o mangá, e que dividiu a opinião dos fãs ao ser considerada muito inferior em relação às temporadas anteriores).

Será lançado também um mangá que vai acompanhar a mesma história dessa nova série. O roteiro é por conta do criador dos mangás originais, Akira Toriyama.

Poster promocional de Dragon Ball Super

Poster promocional de Dragon Ball Super

O primeiro episódio começa apresentando um breve resumo do final de Dragon Ball Z, em que Goku luta contra Kid Boo e o derrota com uma poderosa Genki Dama ao receber apoio de toda a população da Terra. Todas as pessoas se esquecem do vilão cor-de-rosa devido ao pedido feito às esferas do dragão, e, enfim, o planeta está em paz.

Passados seis meses desde então, todos seguem tranquilos com suas vidas. O episódio concentra-se em mostrar Goku trabalhando no campo para conseguir dinheiro a pedido de Chi-Chi, e Goten e Trunks tentando achar um presente de casamento perfeito para Videl.

O suspense fica por conta da aparição de Bills explodindo um planeta, representando um perigo para toda a galáxia (o mesmo vilão do filme “Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses”, lançado em 2013).

Em um primeiro momento, Dragon Ball Super irá recontar com mais detalhes as histórias dos dois filmes lançados, “A Batalha dos Deuses” e “O Renascimento de Freeza”, este último lançado recentemente nos cinemas do Brasil.

É bem nostálgico assistir novamente Goku e todos os outros em um anime inédito depois de tanto tempo. Mas para mim talvez tenha perdido um pouco do “brilho” simplesmente por uma coisa: foi a primeira vez que assisti Dragon Ball legendado, ou seja, com as vozes japonesas. Sério mesmo que o Goku tem aquela voz estranha de criança no original?!

Eu cresci ouvindo o personagem com a voz de Wendel Bezerra, e por isso não tem outra melhor! Então se você também é fã e desde sempre assistiu as versões dubladas, espere os estúdios brasileiros fazerem o seu trabalho. Do contrário irá estranhar muito, e um momento memorável pode acabar se tornando uma bizarra lembrança.

Esse primeiro episódio é bem morno e não tem muitas surpresas ou acontecimentos instigantes, mas para quem gosta é muito válido. O roteiro é de Akira Toriyama, e portanto podemos esperar ótimas tramas e batalhas mais pra frente. O cara conquistou os corações de uma legião de fãs e criou o icônico Kamehame-ha afinal.

Os temas de abertura e encerramento são Chozetsu Dynamic e Hello Hello Hello, respectivamente. Se você está ansioso, mas vai aguardar a versão dublada, pode conferir pelo menos as músicas e já matar um pouco da saudade!

Esperemos que Dragon Ball Super cumpra aí com as expectativas. De qualquer forma, a série é destinada aos antigos fãs. Se você é um deles, vai curtir. Se não, melhor começar lá do “Cha-la Head Cha-la, não importa o que aconteça”…! Ah, que saudade daquela época.

SENSE8 | UMA SÉRIE EM QUE O IMPORTANTE SÃO AS DIFERENÇAS

Imagine a seguinte situação: você entra no banheiro, e ao se olhar no espelho, enxerga o reflexo de uma outra pessoa, totalmente diferente de si. Então você descobre que suas sensações estão ligadas a sete pessoas diferentes de diversos lugares do mundo, permitindo tanto assumir a consciência dos outros quanto conversar lado a lado e se relacionar com eles.

Parece uma grande loucura, né? E é mesmo! Uma história inusitada e maluca, mas que funciona muito bem em Sense8, série original da Netflix lançada no início de junho.

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Will (Brian Smith) e Riley (Tuppence Middleton) em Sense8

A cena de abertura gera um grande suspense: é o nascimento da ligação entre os oito protagonistas e a aparição de um potencial vilão, um cara que, aparentemente, persegue pessoas com esse tipo de conexão. Depois disso, os primeiros episódios prosseguem mornos e soam até mesmo um pouco monótonos, mas não abandonem, porque o seriado melhora.

As oito pessoas são: um policial em Chicago, uma DJ islandesa que mora em Londres, uma empresária e lutadora de kickboxe de Seul, um ladrão em Berlim, uma farmacêutica em Mumbai, um motorista de van em Nairóbi, um famoso ator mexicano que esconde de todos ser homossexual, e uma hacker de São Francisco.

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As histórias e vidas de cada um vão sendo apresentadas, e aos poucos eles descobrem que as vozes e estranhas sensações que ouvem e sentem, na verdade, são de outras pessoas. Que de alguma forma elas estão ligadas umas às outras.

Um ponto negativo é que isso não é muito bem explicado. O motivo por trás da ligação, como ela é passada para outras gerações… São algumas questões que a primeira temporada deixa em aberto, e espero que sejam respondidas na segunda. Talvez tenha até sido de propósito: você fica tão preso nas tramas individuais dos personagens, se envolvendo com eles, que esquece o porquê das coisas.

Os 12 episódios apresentam detalhadamente o individual. É possível então que a próxima temporada trabalhe mais o coletivo, principalmente depois dos acontecimentos finais.

O mais legal da narrativa é como cada sensate (o nome dado a esses humanos) auxilia o outro com sua particularidade. Nenhum deles é um super-herói, mas com suas habilidades comuns conseguem se ajudar e formar uma incrível equipe!

Uma das melhores cenas é quando a hacker Naomi (interpretada por Jamie Clayton) escapa dos vilões usando os conhecimentos táticos do policial Will (Brian Smith), lutando com as técnicas de Sun (Doona Bae), e fugindo em um carro mesmo não sabendo dirigir, já que Capheus (Aml Ameen) é um ótimo motorista.

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Outra característica positiva é como o estereótipo de protagonistas comumente adotado pelos filmes e seriados é abandonado. Sense8 abraça as diferenças, sejam elas quais forem: tem negro, gay, transexual, ateu, devoto hindu…

É a diversidade racial, sexual, religiosa, cultural, representada pelos oito protagonistas, que se apoiam não apenas nos momentos de luta e ação, mas também no âmbito pessoal. Os diferentes pontos de vista e bagagens ampliam as perspectivas em relação ao mundo tanto entre eles quanto de quem assiste.

O seriado, então, por meio dessa roupagem de suspense e consciências conectadas, tenta falar sobre pessoas, o que somos e o que nos define. É um tapa na cara do conservadorismo, preconceito e de todos aqueles que rejeitam e oprimem o diferente.

Amada por uns, odiada por outros, Sense8 despertou diferentes sensações no público. Ainda que concorde com alguns dos pontos negativos apontados, como a falta de explicações e a ausência de um desfecho da história individual de um dos protagonistas, sou do time que curtiu. Só o que foi mostrado nessa primeira temporada já é instigante o suficiente para me motivar a esperar pela segunda.

DIVERTIDA MENTE | A PERFEITA UNIÃO ENTRE INTELIGÊNCIA E CRIATIVIDADE

Sabe aquelas situações em que você tem que escolher entre vários tipos de filme? Um é sobre guerra, com muito tiro, sangue e cabeças rolando pelo chão. O outro, sobre um homem e uma mulher que se odeiam, mas no final percebem que se amam. Diante de tantas opções, muitas vezes acabo ficando com aquele dos brinquedos que falam e precisam enfrentar as vilanias de um urso rosa que cheira a morangos.

Pois é, eu sou fã de desenhos e animações… Tá, admito: sou absolutamente fanático! E agora adicionei um novo na minha lista de prediletos: Divertida Mente. A nova produção da Pixar é só mais uma evidência de como a criatividade do estúdio permanece impressionante e inigualável.

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As emoções de Divertida Mente

Riley é uma garota de 11 anos que se muda com a família de Minnesota para São Francisco. Na cabeça dela, existem “mini pessoas”, personificações das principais emoções do ser humano: Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Medo. São esses “bichinhos” que precisam ajudar a menina a enfrentar a nova escola, a saudade dos antigos amigos e todas as outras mudanças da sua nova vida.

O visual é recheado de cores, criando cenários fantásticos um atrás do outro. Todas as cores selecionadas fazem sentido: o personagem da Raiva é vermelho e solta fogo pela cabeça quando muito irritado, Alegria é luminosa e amarela, enquanto Tristeza é inteiramente azul. Até para diferenciar o mundo de “dentro” e de “fora” foi aplicada uma lógica: enquanto São Francisco e todo o universo exterior se revelam mais monocromáticos, as cores da mente da garota são vibrantes.

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O incrível é como vários conceitos que existem em nossas mentes são inteligentemente adaptados. O longa-metragem consegue mostrar como esquecemos alguns acontecimentos do passado, o que é determinante na construção de nossa própria personalidade, e até mesmo por que aquelas músicas-chiclete não saem da nossa cabeça. Esses são só alguns exemplos. Como a história é composta por ideias e um mundo totalmente abstrato, o filme trabalha analogias com a vida real, e o faz de maneira impecável e original!

Interessante também que os acontecimentos não se passam somente na cabeça de Riley, como muitos poderiam imaginar. A todo tempo a trama reveza perfeitamente entre o mundo interior e exterior, e assim o público pode perceber como um afeta o outro diante de uma determinada situação.

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Enfim, eu me apaixonei tanto por Divertida Mente que, no início, pensei em escrever um longo texto, com o intuito de caracterizar todos os lugares e personagens e relatar de forma minuciosa a história principal. Inclusive o meu primeiro rascunho continha um inocente parágrafo (sem spoilers) no qual eu contava a bela mensagem do roteiro. E então percebi que isso seria um erro.

Eu fui ao cinema sem muita noção do que esperar. Os próprios trailers propositalmente não explicam muito bem qual é a sinopse. E isso faz muita diferença. É muito mais divertido descobrir a aventura e se surpreender lá na hora! Por isso tratei de dizer apenas o básico da história e alguns pormenores que justificam o brilhantismo da animação.

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Basta dizer que Divertida Mente apresenta personagens muito além de carismáticos, desperta diversas sequências de risadas e surpresas, e propõe uma viagem encantadora ao nosso interior e à nossa memória. Há cenas muito emocionantes e dignas de te levar às lágrimas. As crianças vão gostar com certeza, mas talvez seja melhor apreciado pelos adultos.

Após assistir, é inevitável sair do cinema sem pensar em que emoção está no controle da sua cabeça em tal momento, sem recordar de lembranças antigas da sua infância e adolescência, sem refletir sobre si mesmo e seus próprios sentimentos.

Não há texto que consiga colocar em palavras as sensações proporcionadas. E é bem isso mesmo: mais do que só assistir e curtir, esse filme você precisa sentir e se emocionar.

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TOMORROWLAND | UM MUNDO INCRÍVEL. O FILME, NEM TANTO

Mesmo com Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros em cartaz, resolvi assistir essa semana Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível. Entrei na sala de cinema com zero expectativas, e saí de lá nem surpreendido nem decepcionado. O filme é bem água com açúcar.

A trama conta a história de Casey Newton (Britt Robertson), uma adolescente inteligente e bem otimista em relação ao mundo, que é escolhida por Athena (Raffey Cassidy) para ir até Tomorrowland, um lugar paralelo onde são criadas as invenções tecnológicas mais inimagináveis. Para chegar até lá e desvendar a sua missão, ela precisa contar com a ajuda de Frank Walker (George Clooney), um cientista amargurado que já esteve nesse mundo quando criança e acabou sendo banido.

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George Clooney e Britt Robertson em Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível

Repetindo o que foi feito com Piratas do Caribe, o longa-metragem nasceu da ideia de adaptar um dos parques temáticos da Disney World para o cinema. Claro que o universo do filme é muito mais avançado, repleto de invenções que encantam os olhos.

Piscina com vários tanques suspensos no ar, naves que viajam entre dimensões, jet packs (aquelas mochilas turbinadas que te permitem voar)… Tudo em Tomorrowland é incrível. Os efeitos visuais são muito bem produzidos e te deixam com vontade de vivenciar todas aquelas tecnologias.

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Uma pena que o lugar seja tão fantástico e tão pouco mostrado. A sensação que tive ao ver o trailer foi de que eu mergulharia naquele universo. A história se passa mais no mundo normal do que lá, e quando os protagonistas finalmente chegam… Fim! Digo, óbvio que toda a luta final entre o bem e o mal ocorre na terra futurista, mas ela poderia ter sido muito melhor explorada.

Aproveito o gancho para dizer que achei o clímax bem ruinzinho. As cenas de luta são legais, mas não despertou muita tensão, a ponto de deixar aquela sensação de “já acabou?”, como se mais coisas devessem acontecer.

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O roteiro apresenta muitas falhas, é confuso, deixa de explicar algumas coisas, e conclui com um final bem sem graça. Mas calma, não é de todo ruim. Além dos efeitos visuais, Tomorrowland tem outros pontos positivos. Athena é impressionante em suas mais diversas performances e provoca questionamentos de conceito interessantes. Casey é uma protagonista carismática e divertida, proporcionando risadas ao espectador e mostrando mais uma vez que as mulheres não precisam de príncipe encantado nenhum pra conquistarem seu espaço.

Uma das cenas mais interessantes da obra é quando o vilão David Nix (Hugh Laurie) expõe o que pensa a respeito do ser humano e da sociedade (aliás, uma das poucas falas de mais de um minuto do Dr. House no filme, já que, apesar de ser o antagonista, ele mal aparece até as partes finais). A ideia que o personagem apresenta faz muito sentido, e sobre a qual pouco pensamos a respeito.

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A mensagem final da história é de como temos que ser otimistas e persistentes em relação ao mundo e à construção de um futuro melhor. De que nunca devemos perder as esperanças, os nossos sonhos. De que assim a Terra ainda pode ser salva, e os jovens de hoje tem um papel fundamental nisso. É um filme bem família, e com todo aquele toque mágico que só a Disney consegue dar. Ainda assim, o filme deixa a desejar, e possivelmente será esquecido pelas pessoas depois de um tempo.

JOGOS VORAZES | O QUE ESPERAR DO DESFECHO DA SAGA

Nessa terça-feira (9) foi divulgado o primeiro teaser trailer de Jogos Vorazes – A Esperança: O Final (aqui no Brasil o nome não será “Parte 2”, como em outras obras que tiveram seus últimos filmes divididos em duas partes). Já era hora! O filme só estreia em novembro, e o teaser com as primeiras cenas só me deixou mais voraz em assisti-lo (ok, isso foi péssimo)!

Depois de três anos, o próximo filme finalmente encerra a saga do reality show sanguinário. Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) deverá liderar todos os rebeldes contra a Capital e enfrentar o Presidente Snow (Donald Sutherland), na tentativa de libertar os distritos e toda a sociedade da opressão, do sofrimento e do horror instaurados em Panem.

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Cena do teaser de Jogos Vorazes – A Esperança: O Final

A primeira parte de A Esperança apresentou menos ação, mas isso justamente porque o foco não eram as cenas de combate. Quem é fã dos livros sabe: era imprescindível mostrar o desenvolvimento de Katniss como o Tordo, o símbolo da revolução, e todo o ódio que cresce dentro da protagonista pelo inimigo, principalmente pelo que faz ao seu amigo-peguete-amor-namorado Peeta Mellark (Josh Hutcherson). O roteiro e a interpretação incrível (como sempre) de Lawrence, cujo olhar e silêncio gritam emoção, cumpriram excelentemente esse papel.

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Lutas, flechadas e explosões estão reservadas mesmo para essa segunda parte. Se for uma boa adaptação do livro, como acredito que será, podemos esperar sequências fantásticas de perigo, muito suspense, e aquela angústia e tensão que Jogos Vorazes consegue despertar na gente muito bem.

Vamos assistir Katniss unindo toda a população e enfrentando perigos amedrontadores, tanto físicos quanto emocionais, e Snow revelando suas piores artimanhas, como se os pássaros que imitam as vozes de pessoas queridas (para mim uma das piores) não fossem o suficiente.

Em meio à guerra, ainda existe aquele conflito sentimental entre Dona Tordo e seus dois maridos. Gale (Liam Hemsworth) se mostrou bem próximo em A Esperança: Parte 1. E apesar do teaser entregar um abraço entre Katniss e Peeta, como fica a relação entre os dois depois da lavagem cerebral feita no menino? Peeta estará de que lado?

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Não darei spoilers, mas é bom lembrar que agora é a guerra final. E como em toda guerra, perdas importantes são inevitáveis. Quem acompanhou a série até aqui já sabe que a história de Jogos Vorazes está longe de ser um conto de fadas. Muito pelo contrário: é uma distopia triste e arrasadora. Portanto, os mais sensíveis podem preparar os lencinhos.

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Até agora, a trilogia de Suzanne Collins foi muito bem adaptada para os cinemas, principalmente a questão da transposição de um livro em primeira pessoa para uma narrativa cinematográfica em terceira. Elementos, cenários e conversas foram acrescentados aos filmes, e o que poderia se tornar um exagero ou gerar uma estranheza na trama, na verdade só acrescentou e contribuiu para que o público-não-leitor entendesse tudo o que estava acontecendo. Espero que o mesmo aconteça com essa parte final e que as expectativas sejam correspondidas (ou superadas!).

É possível que o final não agrade a todos, mas na minha humilde opinião, a autora soube elaborar um desfecho condizente com toda a trajetória do enredo e dos personagens, sem esquecer a personalidade e a identidade muito bem construídas de cada um.

O filme estreia no Brasil em 19 de novembro. Enquanto isso, só nos resta abrir o trailer e dar replay, replay e replay

THE FLASH | UM NOVO FÃ DE BARRY ALLEN

Eu não sou leitor dos quadrinhos, nem da Marvel e nem da DC, e por isso desconheço muitas histórias e poderes dos personagens. Tanto é que toda vez que alguém comentava comigo sobre o Flash, eu sempre respondia “Mas gente, qual a graça nele? É só um cara que corre rápido!”. Aposto que muitas pessoas ainda devem pensar assim, mas eu digo que basta um único episódio da série The Flash para mudarem de ideia.

De fato o Flash “só” tem supervelocidade, mas as coisas que ele pode fazer com ela são demais, ultrapassam o limite do incrível! Paguei minha língua, e hoje recomendo o seriado. Mas não vim falar da série. Vim falar de Barry Allen e do por que me tornei fã do herói.

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Barry Allen/Flash (Grant Gustin)

Grant Gustin é perfeito como Barry/Flash. Não cheguei a ver a sua atuação em Glee (só descobri isso ao pesquisar sobre o ator após um episódio no qual ele arrasa no karaokê, haha), mas como o homem mais rápido do mundo, está sensacional!

Apesar da tragédia em sua família (sua mãe é assassinada por um homem de traje amarelo superveloz e a culpa cai em seu pai, que acaba preso), Barry é carismático, sorridente, um excelente amigo, e sempre enxerga o que há de melhor nas pessoas. Ele é responsável por grande parte das cenas cômicas da série, mas também protagoniza as cenas mais emocionantes.

Embora The Flash, como toda série, apresente um drama romântico (neste caso, envolvendo o protagonista e sua tão amada irmã de criação, Iris West), o que mais me encanta nessa questão emocional é a amizade entre Barry e seus dois pais. As conversas sinceras que tem com Joe West e Henry Allen são belíssimas e de tocar o coração.

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O interessante é acompanhar o amadurecimento de Barry, tanto como homem quanto como herói. Durante toda a primeira temporada, é exigido que ele confronte a si mesmo e enfrente suas fraquezas interiores, não só para conseguir vencer os vilões, mas também para lidar com seus problemas pessoais e entender que nem sempre é possível ter o que se deseja, mesmo sendo agraciado com superpoderes.

As diferentes formas de como ele vai descobrindo o que pode fazer com sua habilidade se dão de forma natural, sem atropelar a história ou forçar um desenvolvimento ilógico, sempre por causa do surgimento de um novo inimigo em Central City. De soco supersônico a atravessar objetos sólidos (sim, ele pode atravessar parede! Eu fiquei “what?!”), Flash vai se tornando de pouco em pouco a lenda que algum dia está destinado a ser.

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No episódio piloto, Barry chega a pedir conselho para Oliver Queen (temos vários crossovers ao longo da série para a felicidade geral geek!) sobre como ser um herói. Comparar esse Barry tão inseguro com o Flash da Season Finale e lembrar de toda a trajetória, erros e acertos, só mostra como a série caminhou bem e construiu de modo digno a evolução do personagem.

Na SF, ele precisa tomar a decisão mais difícil de sua vida. Pensa, repensa, pede opinião dos outros. Mas no fim, ele sabe que a decisão só cabe a ele e precisa ter coragem para tal. É divertido, aliás, além de assistir o drama do personagem, parar pra refletir o que você faria se estivesse naquela posição.

Falando em Arrow, outro ponto que gostei muito nesse processo de amadurecimento é como Barry acaba percebendo que é um herói diferente do Arqueiro Verde, no qual antes se espelhava. Ambos são heróis, mas cada um com seus métodos, suas preocupações, seus valores e bagagem. São ótimos parceiros, o que não significa que precisam trabalhar ou pensar de forma igual. Acho que a combinação é muito legal justamente por esse contraste entre os dois.

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Só porque estava tentando não me viciar em mais nenhum herói, agora o Flash ganhou um novo fã. E tenho certeza de que pode ganhar muitos outros ainda.