Call of Duty: WWII é oficializado para novembro; veja o primeiro trailer

Call of Duty: WWII é oficializado para novembro; veja o primeiro trailer;

Activision enfim oficializou a data de lançamento de Call of Duty: WWII em uma transmissão ao vivo realizada nesta quarta-feira (26). O game chega em 3 de novembro para PlayStation 4Xbox One PC – veja o primeiro trailer:

 

 

De volta ao conflito que foi retratado nos primeiros games da franquia, Call of Duty: WWII contará a história da 1ª Divisão de Infantaria do exército americano, que lutou no front europeu da Segunda Guerra. Missões do game vão incluir a invasão das forças Aliadas à Normandia no Dia D e a Batalha das Ardenas.

Os personagens da campanha serão o soldado Daniels e, em uma missão, uma jovem francesa. Também haverá um modo co-op, que aparentemente tem uma história separada. Josh Duhamel é um dos nomes presentes no elenco.

No evento, também foi confirmado que o game terá uma fase de testes beta. Materiais vazados sugerem que a etapa será exclusiva de PlayStation 4.

O jogo marca o primeiro retorno da série à Segunda Guerra Mundial desde Call of Duty: World at War, feito pela Treyarch em 2008. Call of Duty: WWII, por sua vez, é desenvolvido pela Sledgehammer Games, mesmo estúdio de Call of Duty: Advanced Warfare.

 

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Vivendi deve realizar aquisição hostil da Ubisoft este ano

Vivendi deve realizar aquisição hostil da Ubisoft este ano;

Segundo o ReutersVivendi – gigante de mídia francesa que foi, durante anos, dona da Activision Blizzard – vai intensificar sua expansão em dois mercados em 2017; publicidade e videogames. Como parte disso, a empresa deve realizar uma aquisição hostil da Ubisoft ainda este ano.

Reuters explica que o presidente da Vivendi, Vincent Bollore, já gastou US$ 15 bilhões em aquisições nos últimos três anos, mas de lá pra cá, as ações da empresa caíram em 3% e os acionistas estão esperando para ver qual será a estratégia do grupo daqui pra frente. Bollore deve defender sua posição e explicar seus planos para a Vivendi no mercado europeu na reunião anual de investidores, nesta terça (25), em Paris.

É lá que podemos ver a Vivendi partindo para o ataque em relação a Ubisoft. Ela já é dona de 25% das ações da criadora de Assassin’s Creed, mas o CEO da Ubi, Yves Guillemot, e sua família – fundadores da empresa – têm lutado contra a possibilidade com força.

 

Vivendi está entrando na segunda fase, tudo vai acontecer este ano,” disse uma das fontes do Reuters. O lógico a se fazer seria comprar a Ubisoft,” completou outra fonte, que, por outro lado, deixou claro que se a aquisição hostil for muito cara para a Vivendi, Bollore pode procurar outras alternativas para expandir suas operações nos games, talvez buscando alvos na China.

 

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Marvel vs Capcom Infinite ganha data de lançamento; veja o novo trailer

Marvel vs Capcom Infinite ganha data de lançamento; veja o novo trailer;

Marvel vs. Capcom Infinite ganhou data de lançamento. O game de luta chegará em 19 de setembro. Confira também o novo trailer cinematográfico, que apresenta a história do jogo e novos personagens:

 

Como mostra o trailer, oito novos personagens foram adicionados ao elenco. Do lado da Marvel, vêm Ultron, Hulk, Thor, Gavião Arqueiro e Rocket Raccoon. Já do lado da Capcom, foram revelados Chun-Li, Strider Hiryu e Chris Redfield. Eles se juntam aos já anunciados Homem de Ferro, Capitã Marvel, Capitão América, Ryu, Mega Man X e Morrigan.

Outros dois cenários foram revelados: a Torre dos Vingadores e a Sala do Trono de Asgard.

O game também terá um modo história cinematográfico. No jogo, os universos de Capcom e Marvel vão se fundir, como resultado da ação do vilão Ultron Sigma, combinação dos vilões robóticos de ambos os universos. Este novo inimigo quer destruir toda a vida orgânica com um vírus cibernético, o que levará a união de personagens de ambos os universos.

Além disso, as Jóias do Infinito estarão no jogo e darão “uma vantagem única” para cada personagem. Ao que tudo indica, elas serão implementadas como boosts no gameplay.

 

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Fighters Destiny – Qual foi seu destino?

Quem não passou horas jogando Fighters Destiny para N64? Você não foi um desses casos? Então tire seu N64 do armário e arranje este jogo agora, ou baixe um emulador e vivencie este sensacional game de luta.
Fighters Destiny foi lançado em 1998 somente para Nintendo 64. Teve uma boa recepção apesar de ter sido lançado em uma época complicada. Explico: a década de 1990 foi a que mais games de luta foram lançados. E é por este motivo que foi a melhor e a pior hora, já que era o melhor momento para este tipo de jogo, mas com o número de concorrentes como Street Figher, Mortal Kombat e King of Fighters no mercado, seria difícil se manter nele ou brigar de igual para igual com essas séries.

Havia nove jogadores iniciais no jogo e mais cinco que seriam desbloqueados caso o jogador completasse alguns desafios. Além disso havia um cenário para cada lutador regular. A qualidade gráfica impressionava por ser um pouco acima da média e com boa qualidade em momentos de luta e combos, ainda mais se pensarmos que nesta época não havia games de luta para plataformas do nível do N64. Mas, convenhamos, poucos jogos de luta possuem gráficos que se destacam (em relação ao todo já lançado).

O som era comum e mediano como outros jogos de luta da época. Os personagens não possuíam falas e apenas barulhos ou grunhidos com algumas poucas palavras. A música era simples e não foi boa o suficiente para marcar o game. Mas vale o esforço da produtora que não fez como muitos outros games de luta que possuem músicas repetitivas e desagradáveis.

Nessa época ainda não havia qualquer tipo de história envolvida em jogos de luta, pelo menos não contada no game em si. Digo isso, pois todos sabemos que todos os jogos de luta possuem uma história por trás de cada jogador e que é interligada com o game. Entretanto, essas histórias normalmente são contadas em revistas, HQs, mangas ou animes e não no game em si.

Voltando aos quesitos que devem ser observados: a jogabilidade era interessante, mas no início precisava se acostumar um pouco. Como o jogo possuía muitos elementos 3D, ele não era um jogo de plataforma comum em que o personagem vai para esquerda, direita ou salta, e, sim, ele conseguia ir para todos os cantos do cenário e isso fazia com que o jogador tivesse que se adaptar a este sistema.


O sistema de luta era basicamente igual a outros jogos: dois tipos de soco e chute, um mais forte e um mais fraco; as duas coisas na parte de baixo e as duas coisas com salto; e alguns movimentos especiais com combinação de botões + o direcional.
O oponente podia perder de duas formas: quando estivesse em uma condição muito crítica ou quando caísse do tablado (arena). Exatamente o que você leu, quando ele caísse, já que todas arenas eram tridimensionais e, desta forma, você conseguia ver onde a mesma acabava e era neste ponto em que o lutador caía, ou sem querer ou porque o outro jogador o forçava para lá.

Destaco alguns jogadores interessantes e inusitados: Abdul, um lutador da Mongólia obcecado com cultura árabe; Ninja, um ninja japonês interessante; Pierre, um palhaço francês; Bob, um lutador brasileiro; mais um palhaço, esse mais maluco e este russo Joker; Rob, um robô de treino usado para ser saco de pancada; e Master, um mestre japonês.


Em 2000 foi lançado uma sequência para o jogo, mas não teve a mesma repercussão e qualidade do anterior. Foi lançado para N64, assim como seu antecessor, mas infelizmente nada aconteceu ou tivemos notícias sobre novos jogos. O primeiro foi produzido pela Genki e distribuído pala Ocean. Enquanto que o segundo foi produzido pela Imagineer Opus e distribuído pelo SouthPeak.

Esperamos que esta série seja revivida e ressurja de maneira triunfante. Desta vez com uma história boa e bons gráficos. Seria um deleite para os fãs da série e para gamers que gostam de jogos de luta.

Star Wars: Battlefront II | Primeiro trailer mostra o modo campanha

Star Wars: Battlefront II | Primeiro trailer mostra o modo campanha:

Após vazamentos, a EA Games revelou oficialmente Star Wars: Battlefront II com um trailer inédito – O novo game contará com multiplayer de até 40 jogadores em solo ou batalhas espaciais de 24 players, com personagens e cenários icônicos das três diferentes eras da franquia. O modo cooperativo também voltará, permitido que você jogue missões com um amigo online ou offline em tela dividida.

Veja o Trailer:

Além disso, também haverá uma campanha single-player que acompanhará a jornada de Iden Versio, comandante do Esquadrão Inferno – uma unidade militar especial do Império. Motivada por um desejo de vingança e com início nos momentos finais de O Retorno do Jedi, a história se passará nos 30 anos depois do Episódio VI e o início de O Despertar da Força.

Battlefront II chega ao PlayStation 4, Xbox One e PC em 17 de novembro.

 

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Project Scorpio será apresentado na E3, confirma Phil Spencer

Project Scorpio será apresentado na E3, confirma Phil Spencer;

Phil Spencer, chefe da divisão de games da Microsoft, confirmou nesta quinta-feira (13), através do portal de notícias oficial do Xbox, que o Project Scorpio será apresentado na conferência da empresa na E3 2017.

“Eu estou orgulhoso do progresso feito com o Project Scorpio e o que ele vai significar para os criadores que abastecem a paixão dos gamers ao redor do mundo,” Spencer afirmou. “Estamos animados para apresentar o Project Scorpio e as experiências incríveis de games que ele empodera na E3 em junho,” Spencer disse na publicação, confirmando algo que dificilmente pode ser considerado uma surpresa.

O Project Scorpio foi apresentado na E3 de 2016 pela Microsoft. O aparelho terá processamento 30% mais rápido que o do Xbox One e quatro vezes mais poder gráfico – veja as especificações completas aqui.

O aparelho tem lançamento previsto para 2017, mas seu preço e sua aparência ainda não foram divulgadas.

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Injustice 2 | Espantalho é o destaque de novo trailer de gameplay

Injustice 2 | Espantalho é o destaque de novo trailer de gameplay;

Warner Bros. divulgou mais um trailer de personagem de Injustice 2. Desta vez o foco está no Espantalho, que já havia sido anunciado anteriormente. O vídeo mostra, com detalhes, os golpes do vilão do Batman no jogo de luta da DC Comics.

 

 

 

Injustice 2 deixará os jogadores personalizarem os personagens com vários itens, que serão obtidos a cada luta. A história continua a trama do primeiro game, onde alguns heróis lutavam contra o regime do Superman, e mostra uma nova ameaça. As batalhas vão acontecer em arenas que evoluíram em escala através de locações icônicas como Metropolis, Gotham City e Atlantis.

Injustice 2 chega ao Xbox One e ao PlayStation 4 em 16 de maio.

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Cruis’n – A melhor série de Corrida

Cruis’n USA foi é um clássico dos jogos de corrida. Foi o primeiro de uma série de seis jogos com o título Cruis’n, sendo o último em 2007 e um que estrou esse ano, mas com poucas informações até agora. Apesar de grande sucesso e repercussão, seu impacto foi diminuindo ao longo das sequências.


O primeiro game da série foi um estouro e chegou a ser enviado junto do Nintendo 64 durante um período. Seu estilo era uma revolução para a época, com bons gráficos, trilha sonora de qualidade e mecânica fácil de ser utilizada, marcou a história da Nintendo, do console e da empresa produtora, Midway. Empresa essa que teve seu auge nos anos 1990, mas que há tempos não tem emplacado nenhum jogo de grande público ou crítica.
Além de cinco carros iniciais, você conseguia desbloquear outros carros como uma viatura da polícia, um ônibus escolar e outros. Havia cerca de 20 pistas para o jogador queimar pneu aos montes.



Quem vai esquecer da torcida comemorando sua vitória na chegada, ou a moça de biquíni com o troféu, ou ainda o modo como era possível escolher as letras para colocar na placa com seu recorde? Não, meu amigo, jamais esqueceremos de cada detalhe deste que fez história e pavimentou a estrada para que jogos como Forza e Need For Speed pudessem correr.
Em 1998 é lançado a sequência, Cruis’n World, que tinha como pretexto fazer o jogador correr em diversos lugares pelo mundo. O jogo foi bem interessante, com mais carros e pistas que o primeiro, além de cenários ainda mais ricos e desenvolvidos. Rússia, EUA, Alemanha eram apenas alguns dos países que podiam ser visitados, mas muito mais podia ser visto, como florestas, lagos, cavernas e até uma pista que passava dentro do mar (por meio de um túnel) existia.


Apenas um ano depois, o que nos faz pensar qual o motivo que levou a Midway e a Nintendo quererem lançarem com tão curto espaço de tempo outro jogo da série, foi lançado Cruis’n Exotica. Este game foi lançado para N64 e árcade (mesmas plataformas dos anteriores) mas, também, para GBC. Esqueça parâmetros e sentido em jogos de corrida, pois este jogo foi um mais maluco da série. Você podia correr em pistas como a Lua, dentro do mar, desertos absurdos e muitos outros lugares não muito usuais. Os carros continuavam se inovando e proporcionando várias opções interessantes ao jogador.

Os fãs da série estavam totalmente alvoroçados contando que, com a chegada do Game Cube, outro jogo seria lançado e mais pistas e carros fantásticos surgiriam. Mas não foi o que aconteceu. O Game Cube não recebeu nenhum game da série e o jogo seguinte foi Cruis’n Velocity, lançado em 2001 apenas para GBA.


Ninguém ouviria mais nada sobre a série até 2007, quando o game Cruis’n foi lançado. Unicamente para Nintendo Wii, não empolgou muito ficou longe da repercussão dos primeiros jogos. Mas foi bom sentir e ver que um pouco dessa clássica saga estava viva. Porém, poderiam ter feito bem mais e com mais qualidade do que foi apresentado.


Mais um espaço de tempo, absurdo, de 10 anos ocorreu e este ano foi lançado em janeiro o game Cruis’n Blast. Lançado somente e, infelizmente, para Arcade, coisa cada vez mais rara no Brasil e por isso, dificilmente veremos por aqui. Mas o que mais chama atenção é que a empresa responsável é Raw Thrills e não a Midway. Isso se deve, pois, a antiga criadora e detentora dos direitos da série faliu em 2009. Muitos dos funcionários dessa foram para a Raw Thrills e, desta forma, muito dos jogos anteriores está presente neste novo game. Pouco é sabido sobre o jogo a não ser o fato de manter a base dos jogos anteriores e fazer bonito nos gráficos e jogabilidade. Convenhamos nada como jogar corrida em árcade.


Fato é: jamais esqueceremos dessa série fantástica, suas pistas e carros diferentes. Midway: obrigado por tanta alegria e horas de diversão. E que seus antigos funcionários continuem fazendo mágica, estejam onde estiverem.

Injustice 2 | Flash é destaque em novo trailer do jogo

Injustice 2 | Flash é destaque em novo trailer do jogo:

Injustice 2 ganhou mais um trailer, dessa vez destacando o Flash:

 

Injustice 2 deixará os jogadores personalizarem os personagens com vários itens, que serão obtidos a cada luta. A história continua a trama do primeiro game, onde alguns heróis lutavam contra o regime do Superman, e mostra uma nova ameaça. As batalhas vão acontecer em arenas que evoluíram em escala através de locações icônicas como Metropolis, Gotham City e Atlantis.

Injustice 2 chega ao Xbox One e ao PlayStation 4 em 16 de maio.

 

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Final Fight – o melhor do Beat-‘Em-Up

Desde o lançamento do primeiro jogo da série, em 1989, Final Fight marcou o mercado dos games principalmente quanto ao gênero Beat-‘Em-Up (jogos em que o personagem vai andando pelo cenário, que também é continuo, e detonando os inimigos que vão aparecendo). Mesmo com 28 anos de história, possui apenas 8 jogos, mas já figurou em 20 plataformas e teve alguns de seus personagens jogáveis e não jogáveis em outros jogos como Street Fighter.


Mike Haggar, Cody Travers e Guy se juntam para resgatar Jessica Haggar, filha de Mike que é sequestrada pela gangue Mad Gear. Mike é prefeito de Metro City, cidade em que passa a história, e desta forma possui um dever pessoal em resgatar a filha, mas também um dever cívico e moral para com os cidadãos da cidade para acabar com a violência. Esta é a história do primeiro jogo. Os jogos seguintes possuem outras histórias, mas nada que seja muito autêntico.
A grande verdade é que esta série sempre teve como objetivos principais fazer o jogador se divertir e revolucionar os jogos do gênero. Digo com tranquilidade que ele conseguiu atingir ambos com louvor.

Infelizmente o último jogo da série foi em 2010. E este, na realidade, é uma espécie de revival dos antigos. São dois jogos em um título, com características e essência bem parecida com os jogos iniciais. Mas foi um presente e motivo de alegria a todos os fãs do gênero e dos jogos do prefeito Haggar. Chega a ser estranho mais jogos não terem sido lançados, talvez porque este tipo de jogo tenha perdido um pouco de espaço ao longo dos últimos 10 anos e seu ápice foi na década de 90. No entanto, com a ebulição de jogos indie sendo lançados, principalmente para PC, diversos jogos e estilos esquecidos ou deixados de lado pelas grandes produtoras têm ressurgido. Desta forma, não duvido nada que Final Fight ganhe um novo episódio em breve.

Poucas pessoas que jogaram vídeo games na década de 90 não sabem o que é Final Fight. Podem não lembrar dos nomes Mike, Cody, Guy ou Metro City, mas na hora que uma imagem aparece todos soltam a frase “ah sim, agora sei”. Este fantástico jogo foi relançado para o glorioso portátil da Nintendo Game Boy Advance (GBA) em 2001 intitulado como Final Fight One.

Alguns personagens famosos em games da série Street Fighter vieram daqui: Rolento, o militar; Sodom, o samurai; e Poison, a garota ladra – que muitos dizem ser um travesti. Além deles, outros personagens já figuraram jogos da Capcom, mesmo que de passagem ou como meros figurantes. Fato é que Final Fight marcou uma década, uma geração e um gênero. Ficará em nossa memória para sempre e terá nossa eterna gratidão. Capcom está de parabéns, mas estaria bem mais se criasse um novo game para a série. Por que não aproveitar os novos consoles e tecnologias? Ou por que não fazem como a SNK que relançou (ou liberou os direitos) de Metal Slug na STEAM?

CAPCOM, obrigado!