Disney e Fox podem anunciar acordo na próxima semana

No último dia 28 foi divulgado que a

No último dia 28 foi divulgado que a Disney voltou a negociar a compra de partes de 21st Century Fox – ontem fontes da Bloomberg afirmaram que o estúdio que controla a Marvel seria um favorito na disputa por “ser estrategicamente mais adequada” e “oferecer menos barreiras regulatórias” e agora a CNBC diz que as empresas estariam fechando o acordo e anunciariam o negócio oficialmente na próxima semana. O valor seria de US$ 60 bilhões.

Segundo a Variety, o negócio está cada vez mais próximo de ser fechado. Segundo a publicação, as empresas reuniram os seus times de banqueiros para calcular os valores finais da negociação. A Disney trabalha com JP Morgan e Guggenheim Partners, enquanto a Fox está com Goldman Sachs e Centerview Partners. Como dito anteriormente, o acordo deve ser anunciado na próxima semana, antes do Natal.

Ao mesmo tempo em que negocia com a Disney, a família Murdoch, dona da Fox, também conversa com a gigante Comcast, dona da NBC/Universal. Os detalhes sobre as divisões são os mesmos de antes: a Fox ficaria com as propriedades de esportes e notícias, enquanto as divisões de TV e filmes iriam para esse comprador. Estrategicamente, uma venda à Disney teoricamente seria favorável por unir os personagens da Marvel que estão atualmente sob propriedade da Fox.

Deadline ressalta que essa seria uma grande mudança para o império da família Murdoch, já que a Fox sempre foi uma compradora e não vendedora de suas divisões. A decisão sobre o avanço de qualquer negociação de venda deve acontecer até o final deste ano.

voltou a negociar a compra de partes de 21st Century Fox –  ontem fontes da Bloomberg afirmaram que o estúdio que controla a Marvel seria um favorito na disputa por “ser estrategicamente mais adequada” e “oferecer menos barreiras regulatórias” e agora a CNBC diz que as empresas estariam fechando o acordo e anunciariam o negócio oficialmente na próxima semana. O valor seria de US$ 60 bilhões.

Segundo a Variety, o negócio está cada vez mais próximo de ser fechado. Segundo a publicação, as empresas reuniram os seus times de banqueiros para calcular os valores finais da negociação. A Disney trabalha com JP Morgan e Guggenheim Partners, enquanto a Fox está com Goldman Sachs e Centerview Partners. Como dito anteriormente, o acordo deve ser anunciado na próxima semana, antes do Natal.

Ao mesmo tempo em que negocia com a Disney, a família Murdoch, dona da Fox, também conversa com a gigante Comcast, dona da NBC/Universal. Os detalhes sobre as divisões são os mesmos de antes: a Fox ficaria com as propriedades de esportes e notícias, enquanto as divisões de TV e filmes iriam para esse comprador. Estrategicamente, uma venda à Disney teoricamente seria favorável por unir os personagens da Marvel que estão atualmente sob propriedade da Fox.

Deadline ressalta que essa seria uma grande mudança para o império da família Murdoch, já que a Fox sempre foi uma compradora e não vendedora de suas divisões. A decisão sobre o avanço de qualquer negociação de venda deve acontecer até o final deste ano.

Thor: Ragnarok | Primeiro trailer bate recorde de visualizações da Marvel e da Disney

Thor: Ragnarok | Primeiro trailer bate recorde de visualizações da Marvel e da Disney;

Segundo o THR, o primeiro trailer de Thor: Ragnarok foi visto mais de 136 milhões de vezes nas primeiras 24h. Com isso, a prévia se tornou o trailer mais visto da Marvel de todos os tempos e também o mais visto de todas as propriedades da Disney, incluindo também Star Wars e Pixar. O recorde anterior era de A Bela e a Fera, que teve a prévia vista 127 milhões de vezes.

Assista ao trailer de Thor: Ragnarok

Além de Chris Hemsworth, Tom Hiddleston e Mark Ruffalo, Thor – Ragnarok terá Idris Elba novamente como Heimdall e Anthony Hopkins aparecerá como Odin. A vilão Hela é vivida por Cate Blanchett e Tessa Thompson é uma das novidades no elenco como Valquíria, enquanto Jeff Goldblum vive o Grão-Mestre.

A produção dirigida por Taika Waititi chega aos cinemas em 2 de novembro.

 

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CRÍTICA | Mogli – O Menino Lobo (2016): Uma experiência visualmente surpreendente

CRÍTICA | Mogli – O Menino Lobo (2016): Uma experiência visualmente surpreendente

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CRÍTICA | Mogli – O Menino Lobo (2016)

 

Na mais nova adaptação Disney para as telas em 3D, Mogli – O Menino Lobo, desenho clássico de 1967,  foi mantida a essência da história original, acrescida de efeitos especiais de encher os olhos e uma cinematografia super moderna.

Para quem não sabe, a história é sobre um menino que vive na floresta junto com os lobos, sendo encontrado por Bagheera (Ben Kingsley), uma pantera, que acredita que Mogli (Neel Sethi) precisa ter uma família para sua proteção. Bagheera entrega o menino para uma matilha e lá ele é adotado por Akela (Giancarlo Esposito) e pela loba Raksha (Lupita Nyongo) que o considera como filho, enquanto é treinado para sobreviver na selva. Durante a trégua da água, quando a seca chega e todos os animais se juntam em torno do lago para saciarem a sede, o tigre Shere Khan (Idris Elba), que carrega as cicatrizes da maldade humana, aparece para enfrentá-los e questionar a presença de Mogli entre os animais. Khan promete eliminar o menino antes que ele se torne adulto.

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Em sua jornada, Mogli passará por muitos perigos e aventuras, conhecendo pessoas especiais e outras nem tanto, como uma cobra traiçoeira (Scarlett Johanson) que conta como foi parar na floresta (aliás, essa cena é arrepiante). Além disso, ele encontrará também macacos liderados pelo Rei Louis (Cristopher Walken) e faz amizade com Balu (Bill Murray), um urso preguiçoso que não é só o alívio cômico do filme, mas tem papel importantíssimo no desenvolvimento dele. Com Balu, Mogli entende que a amizade é muito mais que uma troca de favores. A relação entre os dois personagens é um dos pontos fortes do filme.

Em Mogli – O Menino Lobo o que impressiona mesmo são os efeitos visuais. Se possível, assista em 3D e legendado, pois o time de atores responsáveis pelas vozes dos personagens está impecável. O 3D é incrível, a interação de Mogli com os animais foi realizada com perfeição. Em alguns momentos, me senti realmente em uma floresta.

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Há muitas cenas violentas e o filme também peca por isso. Não é uma produção totalmente infantil, por mais que em muitos momentos pareça. Meio infantil, meio violento, meio musical… O filme não está bem definido, e vejo isso como um erro. Talvez fosse necessário encontrar um público específico, para obter mais sucesso na sua execução. Mas acredito que no quesito “alcance de público” ele já bateu todas as suas metas, pois é sucesso absoluto de público, sendo aclamado pela crítica, além de se tornar atualmente o filme de maior bilheteria do diretor Jon Favreau (Homem de Ferro).

É um bom filme, que emociona, que empolga e traz nostalgia. É dinâmico, bem feito e original, mesmo sendo um remake. O olhar vale a pena.

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Zootopia – Essa Cidade é o Bicho | Crítica

Zootopia – Essa Cidade é o Bicho | Crítica

Zootopia - Essa Cidade é o Bicho - Disney

Zootopia – Essa Cidade é o Bicho – Disney

O melhor filme do ano até agora, “Zootopia,” Da Disney Animation’ se passa em uma cidade brilhantemente imaginada onde vivem somente animais, onde a primeira coelha na polícia tenta resolver um crime com a ajuda relutante de uma Raposa.

Uma das melhores ofertas do estúdio irmão Pixar , esta é uma animação muito sofisticada que vai apelar para uma ampla gama de idades , uma parábola sobre o poder feminino e tolerância racial que faz a sua mensagem ser captada de uma forma sutil.

Judy

Judy

Judy a coelha (excelentemente dublado por Ginnifer Goodwin) deixa seus 225 irmãos para trás na exploração agrícola graças a uma iniciativa de inclusão feita pelo prefeito Lionheart (JK Simmons), que está concorrendo à reeleição.

Mas Bogo (Idris Elba), o búfalo , que é o comandante de Judy, não acha que a pequena coelha ( há muitas piadas visuais envolvendo escala dos personagens aqui ) será tão eficaz no combatente ao crime que os animais muito maiores em sua unidade da polícia e então a remaneja para dar multas de estacionamento.

Judy acaba pegando um caso de um mamífero desaparecido , e quando seu comandante lhe dá apenas 48 horas para resolvelo , a coelha utiliza uma tática inteligente para garantir a ajuda da raposa Nick Wilde (Jason Bateman).

Sem dar muito spoiler , mas o filme é extremamente inteligente e consegue encontrar novas maneiras de fazer piada com “O Poderoso Chefão ( 1972 ) ” e ” Chinatown. ‘(1974)”.

Você tambem vai encontrar muitas referências a outros filmes, que vão desde o (Um ratinho encrenqueiro) , (A canção do Sul)’ e a obra-prima da Disney ( Uma Cilada para Roger Rabbit.)

O que é realmente surpreendente ( e totalmente oportuno ) é o quão obscura as coisas, eventualmente, se tornam como um político que usa o medo da maioria dos mamíferos contra a população que é a minoria em Zootopia; os predadores.

Mas não se preocupe, os diretores Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush e sua equipe não deixam se proporcionar um monte de risadas ao longo do caminho, incluindo uma cantora pop esbelta chamada Gazelle (voz de Shakira), que canta mais uma daquelas músicas que grudam da Disney.

“Zootopia ”, se destaca em tantos níveis que está no nivel dos melhores clássicos da Disney.

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Indiana Jones 5 é anunciado com Harrison Ford e Steven Spielberg

Indiana Jones 5 é anunciado com Harrison Ford e Steven Spielberg;

Indiana Jones 5 com Harrison Ford e Steven Spielberg

Indiana Jones 5 com Harrison Ford e Steven Spielberg

Indiana Jones 5 foi oficialmente confirmado pela Disney, que anunciou Harrison Ford no papel principal e Steven Spielberg como diretor. Kathleen Kennedy, de Star Wars: O Despertar da Força, e Frank Marshall serão os produtores.

A estreia está agendada para o dia 19 de julho de 2019, mas nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. “É muito raro vermos essa combinação tão perfeita entre ator, diretor e produtor. Será incrível ver Indiana Jones de volta às telas em 2019“, disse Alan Horn, chefão do Walt Disney Studios.

A franquia estrelada por Ford começou em 1981, com Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida. O último filme da sére foi Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, lançado em 2008.

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DISNEY | LISTA DOS CONTOS EM LIVE-ACTION SÓ CRESCE, PARA ALEGRIA DE TODOS

Foi anunciado nesta segunda-feira (20) que mais um desenho animado da Disney vai ganhar sua versão em live-action, A Espada Era a Lei (1963). O roteiro vai ficar por conta de Bryan Cogman, produtor e roteirista de Game of Thrones (omg!!), e a produção de Brigham Taylor, da franquia Piratas do Caribe (omg!! parte 2).

“A Espada era a Lei” (1963)

Parece então que a Disney resolveu mesmo investir nessa ideia durante os próximos anos. Além do live-action de Arthur e do mago Merlin, que promete ser uma produção fantástica, o estúdio também já anunciou as produções de A Bela e a Fera, O Livro da Selva (aquele do Mogli), Dumbo, Mulan, Pinóquio, A Pequena Sereia, um spin-off do Gênio de Aladdin, e pasmem, até um filme solo do príncipe de Cinderela.

(Aproveitando esse momento para abrir um parêntese. Embora tenha adorado Emma Watson como Bela, vocês já repararam como Anne Hathaway é parecida com a personagem e combinaria muito no papel? Enfim, apenas um comentário…)

Anne Hathaway como Bela, por que não?

Com o sucesso dos filmes já lançados, quem não pensaria em continuar, né? Alice no País das Maravilhas (que já tem a continuação confirmada) arrecadou mais de R$ 1 bilhão pelo mundo todo. Já Malévola (o 2 também já foi anunciado) e Cinderela forneceram lucros de mais de R$ 700 milhões e R$ 500 milhões, respectivamente.

Inicialmente o estúdio tentou apresentar enredos diferentes dos originais. Em Alice, as histórias dos livros Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, de Lewis Carroll, são unidas e adaptadas, apresentando uma personagem já adulta com o destino de enfrentar um dragão e salvar o reino mágico.

A Disney pegou pesado no marketing e divulgação do filme desde meses antes da estreia, deixando todos ávidos pelo filme. Pena que o que vimos nas telonas frustrou qualquer mísera e boa expectativa, apesar dos belíssimos trabalhos de fotografia e figurino.

Alice no País das Maravilhas (2010)

Malévola, por sua vez, prometia contar a mesma história do ponto de vista da bruxa, mas o que se viu foi na verdade uma narrativa diferente, em que a vilã se torna uma anti-heroína. Particularmente não gostei do filme. Angelina Jolie passou a mesma emoção que uma pedra, e a “surpresa”, além de muito previsível, nada mais era do que uma déjà vu de Frozen.

Malévola (2014)

Então eis que surgem os primeiros trailers da versão em carne e osso de Cinderela, revelando o início, meio e fim do longa-metragem, como muitos criticaram. Mas afinal, qual o problema? Dado o fato de que a Disney já havia anunciado que seria muito fiel ao conto (ao conto deles, e não ao original), todos já sabiam o desfecho, né?

E mesmo assim eles conseguiram fazer um filme encantador, capaz de trazer à tona a criança que ainda existe no interior de qualquer adulto, e cativar os mais novos – os quais cercados por Peppa e Minions, nem sei mais se conhecem ou se interessam pela magia dos clássicos Disney (eu sou fã, e antes que qualquer hater apareça por aqui, sei reconhecer os defeitos e os estereótipos que esses desenhos produzem, ok? Mas nem por isso deixarei de gostar!).

A companhia acertou em cheio com Cinderela, criando e recriando as cenas mais belas, trabalhando em um roteiro simples, acertando na escolha dos atores, e elaborando um filme fiel à história que todos nós conhecemos. Vejam bem, não estou dizendo que sou contra a adaptações e mudanças nos contos, mas desde que sejam bem feitas, fascinantes.

Cinderela (2015)

A ideia de trazer todos esses clássicos de volta, mas em versões com atores reais, agrada qualquer fã. Permite reviver essas histórias com a poderosa tecnologia disponível dos dias atuais. Ver as paisagens do País das Maravilhas em 3D, o luxuoso salão do castelo de Cinderela como se fosse palpável…

O que eu espero é poder me emocionar com todos os próximos longas da mesma maneira que foi com Cinderela. A Espada era a Lei tem tudo para ser uma ótima adaptação! Até consigo imaginar a cena em que Arthur retira a espada da pedra…! As mágicas de Merlin…!

Que esses anúncios não parem por aí!

TOMORROWLAND | UM MUNDO INCRÍVEL. O FILME, NEM TANTO

Mesmo com Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros em cartaz, resolvi assistir essa semana Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível. Entrei na sala de cinema com zero expectativas, e saí de lá nem surpreendido nem decepcionado. O filme é bem água com açúcar.

A trama conta a história de Casey Newton (Britt Robertson), uma adolescente inteligente e bem otimista em relação ao mundo, que é escolhida por Athena (Raffey Cassidy) para ir até Tomorrowland, um lugar paralelo onde são criadas as invenções tecnológicas mais inimagináveis. Para chegar até lá e desvendar a sua missão, ela precisa contar com a ajuda de Frank Walker (George Clooney), um cientista amargurado que já esteve nesse mundo quando criança e acabou sendo banido.

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George Clooney e Britt Robertson em Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível

Repetindo o que foi feito com Piratas do Caribe, o longa-metragem nasceu da ideia de adaptar um dos parques temáticos da Disney World para o cinema. Claro que o universo do filme é muito mais avançado, repleto de invenções que encantam os olhos.

Piscina com vários tanques suspensos no ar, naves que viajam entre dimensões, jet packs (aquelas mochilas turbinadas que te permitem voar)… Tudo em Tomorrowland é incrível. Os efeitos visuais são muito bem produzidos e te deixam com vontade de vivenciar todas aquelas tecnologias.

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Uma pena que o lugar seja tão fantástico e tão pouco mostrado. A sensação que tive ao ver o trailer foi de que eu mergulharia naquele universo. A história se passa mais no mundo normal do que lá, e quando os protagonistas finalmente chegam… Fim! Digo, óbvio que toda a luta final entre o bem e o mal ocorre na terra futurista, mas ela poderia ter sido muito melhor explorada.

Aproveito o gancho para dizer que achei o clímax bem ruinzinho. As cenas de luta são legais, mas não despertou muita tensão, a ponto de deixar aquela sensação de “já acabou?”, como se mais coisas devessem acontecer.

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O roteiro apresenta muitas falhas, é confuso, deixa de explicar algumas coisas, e conclui com um final bem sem graça. Mas calma, não é de todo ruim. Além dos efeitos visuais, Tomorrowland tem outros pontos positivos. Athena é impressionante em suas mais diversas performances e provoca questionamentos de conceito interessantes. Casey é uma protagonista carismática e divertida, proporcionando risadas ao espectador e mostrando mais uma vez que as mulheres não precisam de príncipe encantado nenhum pra conquistarem seu espaço.

Uma das cenas mais interessantes da obra é quando o vilão David Nix (Hugh Laurie) expõe o que pensa a respeito do ser humano e da sociedade (aliás, uma das poucas falas de mais de um minuto do Dr. House no filme, já que, apesar de ser o antagonista, ele mal aparece até as partes finais). A ideia que o personagem apresenta faz muito sentido, e sobre a qual pouco pensamos a respeito.

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A mensagem final da história é de como temos que ser otimistas e persistentes em relação ao mundo e à construção de um futuro melhor. De que nunca devemos perder as esperanças, os nossos sonhos. De que assim a Terra ainda pode ser salva, e os jovens de hoje tem um papel fundamental nisso. É um filme bem família, e com todo aquele toque mágico que só a Disney consegue dar. Ainda assim, o filme deixa a desejar, e possivelmente será esquecido pelas pessoas depois de um tempo.

Divertida Mente – Novo filme da Pixar ganha seu primeiro trailer

Divertida Mente – Novo filme da Pixar ganha seu primeiro trailer:

 

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Divertida Mente (Inside Out), próximo filme do diretor Pete Docter na Pixar, que se ambienta no interior da mente humana e tem como personagens emoções variadas, ganhou um novo trailer dublado em português:

 

 

 

No filme, a menina Riley passa por diversas emoções ao se mudar do Meio-Oeste dos EUA para San Francisco. As emoções – Alegria (Amy Poehler), Medo (Bill Hader), Raiva (Lewis Black), Nojo (Mindy Kaling) e Tristeza (Phyllis Smith) – moram no Quartel-General, o centro de controle dentro da mente de Riley, onde eles a ajudam com conselhos diariamente. Enquanto Riley e suas emoções se esforçam para se ajustar à nova vida em San Francisco, a turbulência no Quartel-General aumenta. Embora Alegria, a principal e mais importante emoção de Riley, tente pensar positivo, as emoções entram em conflito sobre como navegar pela nova cidade, a nova casa, a nova escola.

O filme mostrará a mente humana em diversas “locações” como o Trem do Pensamento, a Terra da Imaginação (uma espécie de parque temático) e a Produtora de Sonhos (um grande estúdio onírico).

O filme estreia em 19 de junho nos EUA e em 2 de julho no Brasil. Docter é responsável  por dois dos maiores sucessos da Pixar: Monstros S.A.Up – Altas Aventuras.

Fonte: Omelete