Super Nintendo Classic Edition será lançado no Brasil

 

O SNES Classic Edition, versão em miniatura do Super Nintendo, será lançado no Brasil. Quem trará o console ao país é a JVLAT (Juegos de Vídeo Latinoamerica), distribuidora que atua com o selo Gaming do Brasil e cuida dos produtos da Big N na América Latina.
A notícia surgiu por meio de um anúncio realizado pela empresa na edição de número 13 da versão brasileira da revista Game Informer, que é editada pela Editora Europa. O anúncio indica uma pré-venda no site oficial da JVLAT, mas não fala nada sobre preços ou data de lançamento. Veja o print:

Nos Estados Unidos, o SNES Classic Edition será lançado custando US$ 80 (cerca de R$ 250), no dia 29 de setembro.

Mario Tennis – maior série de games sobre o esporte

Mario Tennis é mais uma das séries de esporte lançadas pela gloriosa Nintendo. Além de tênis, a Nintendo já produziu games sobre golfe (acho que pode deixar com o E no final, porque em português é assim), baseball, futebol, corrida de kart e outras. Mas, sem dúvidas, Mario Tennis foi a melhor delas, chegando ao nível de qualidade de séries como Mario Party.

Poucos sabem, mas o primeiro game da série não foi o Mario Tennis para N64. O primeiro foi o Mario’s Tennis para Virtual Boy (VBOY), que foi lançado em 1995, mas acabou falindo e foi descontinuado pela Nintendo, tudo isso em  um período de menos de 1 ano de lançamento. É uma pena, haja vista que o console possuía uma ideia muito boa que era proporcionar uma maior imersão do jogador com efeitos 3D e algo muito primitivo de realidade virtual. Como sempre, a Nintendo sendo pioneira no mundo dos games, mas desta vez não com a maestria que estamos acostumados. Os gráficos do jogo eram pífios, mas a ideia continua sendo revolucionaria, apesar de ter sido melhor introduzida pela indústria dos games somente nos últimos anos.

 

Apenas 5 anos depois teríamos o prazer de jogar o jogo que explodiu a série e a colocou no mapa da diversão dos gamers. Lançado para N64, Mario Tennis foi um marco para o console, para a Nintendo e para o que havia sobre o esporte em termos de games. Já existiam outras séries, inclusive com lendas do tênis como Guga, Andre Agassi, Pete Sampras, Michael Chang e outros, mas Mario Tennis proporcionou diversão sem igual com excelentes gráficos e agradável trilha sonora. Diversos cenários foram introduzidos, com todos os tipos de quadra existentes no mundo real. Era possível de se jogar de simples ou duplas. Havia diversos campeonatos e sagrando-se campeão, era possível ganhar itens ou personagens especiais.
Os gráficos eram de primeiríssima qualidade, com efeitos divertidos e dinâmicos. Muitas cores foram utilizadas, aproveitando ao máximo a capacidade do console.
A trilha sonora era divertida e os efeitos sonoros possuíam qualidade. Tudo havia um som bem colocado, o quicar da bolinha na quadra; a torcida alvoroçada; o som dos jogadores a cada raquetada; a comemoração dos mesmos; além dos sons nos menus e transições de telas.
A jogabilidade era a melhor até então para jogos de tênis. Nada daquela mecânica travada e que deixa o gamer nervoso sem entender como o personagem foi bater na bolinha muitos segundos depois que você apertou. Quando se apertava o botão para correr, ele realmente corria e chegava na bolinha. Se apertava para bater, ele batia na bolinha corretamente. A Nintendo se atentou para o fato de haver 3 variedades de golpes básicos no tênis: top-spin, slice e lob. E possibilitou realizar, também, saques com estes tipos de batidas.
Realmente uma obra prima!

 

Em 2004 foi lançado para GameCube, e posteriormente para Wii, a continuação Mario Power Tennis. O jogo seguia os moldes do anterior, mas estava com gráficos e jogabilidade melhor. Se atentaram para uma ou outra questão que podia ser melhorada e o fizeram. Praticamente foi o mesmo jogo de 64 mas com gráficos melhores e jogabilidade aperfeiçoada.

No ano seguinte, foi lançado Mario Tennis: Power Tour para GBA. Obviamente que a Nintendo não deixaria seu console portátil sem um game dessa magnifica série. Os gráficos surpreendem pelo número de cores e a vivacidade da imagem. Há um lado bem interessante neste game que não existia até então: ele possui um pouco de RPG na história. Ou seja, não é apenas ligar, escolher o personagem e ir para a quadra, você possui diálogos e locais para andar, cenários etc. O lado ruim é que acabaram focando muito nisso e o número de personagens para escolha é grande, porém a maioria é de personagens do jogo e não os famosos, como foi comum nos jogos anteriores.

Em 2012 foi lançado Mario Tennis Open, para o outro portátil da Nintendo 3DS. Os gráficos possuem grande qualidade, ainda mais se considerarmos que o console era portátil. Mas não teve grandes novidades, sem contar as possibilidades interessantes graças ao sistema do 3DS. Os personagens principais da Nintendo, para este tipo de jogo, voltaram a reinar sozinhos e o game foi mais um grande sucesso.

Em 2015 foi lançado o último jogo da série, até então, Mario Tennis: Ultra Smash para WiiU. Gráficos fantásticos, jogabilidade muito boa e aperfeiçoada. Jogadas sensacionais e já estava na hora da série receber essa atenção e um jogo para uma plataforma deste porte, já que o último jogo para um console assim foi em 2004, mais de 10 anos antes. Realmente, as cores e os sons chamam a atenção do jogador e despertam aquele sentimento e vontade de pegar uma raquete e sair batendo em tudo.

A Nintendo fez um ACE ao criar está série e a hora em que lançar um jogo novo para seu último console, Switch, teremos a sensação de ganhar uma partida por duplo 6-0.
Nintendo! Parabéns e obrigado!

Fighters Destiny – Qual foi seu destino?

Quem não passou horas jogando Fighters Destiny para N64? Você não foi um desses casos? Então tire seu N64 do armário e arranje este jogo agora, ou baixe um emulador e vivencie este sensacional game de luta.
Fighters Destiny foi lançado em 1998 somente para Nintendo 64. Teve uma boa recepção apesar de ter sido lançado em uma época complicada. Explico: a década de 1990 foi a que mais games de luta foram lançados. E é por este motivo que foi a melhor e a pior hora, já que era o melhor momento para este tipo de jogo, mas com o número de concorrentes como Street Figher, Mortal Kombat e King of Fighters no mercado, seria difícil se manter nele ou brigar de igual para igual com essas séries.

Havia nove jogadores iniciais no jogo e mais cinco que seriam desbloqueados caso o jogador completasse alguns desafios. Além disso havia um cenário para cada lutador regular. A qualidade gráfica impressionava por ser um pouco acima da média e com boa qualidade em momentos de luta e combos, ainda mais se pensarmos que nesta época não havia games de luta para plataformas do nível do N64. Mas, convenhamos, poucos jogos de luta possuem gráficos que se destacam (em relação ao todo já lançado).

O som era comum e mediano como outros jogos de luta da época. Os personagens não possuíam falas e apenas barulhos ou grunhidos com algumas poucas palavras. A música era simples e não foi boa o suficiente para marcar o game. Mas vale o esforço da produtora que não fez como muitos outros games de luta que possuem músicas repetitivas e desagradáveis.

Nessa época ainda não havia qualquer tipo de história envolvida em jogos de luta, pelo menos não contada no game em si. Digo isso, pois todos sabemos que todos os jogos de luta possuem uma história por trás de cada jogador e que é interligada com o game. Entretanto, essas histórias normalmente são contadas em revistas, HQs, mangas ou animes e não no game em si.

Voltando aos quesitos que devem ser observados: a jogabilidade era interessante, mas no início precisava se acostumar um pouco. Como o jogo possuía muitos elementos 3D, ele não era um jogo de plataforma comum em que o personagem vai para esquerda, direita ou salta, e, sim, ele conseguia ir para todos os cantos do cenário e isso fazia com que o jogador tivesse que se adaptar a este sistema.


O sistema de luta era basicamente igual a outros jogos: dois tipos de soco e chute, um mais forte e um mais fraco; as duas coisas na parte de baixo e as duas coisas com salto; e alguns movimentos especiais com combinação de botões + o direcional.
O oponente podia perder de duas formas: quando estivesse em uma condição muito crítica ou quando caísse do tablado (arena). Exatamente o que você leu, quando ele caísse, já que todas arenas eram tridimensionais e, desta forma, você conseguia ver onde a mesma acabava e era neste ponto em que o lutador caía, ou sem querer ou porque o outro jogador o forçava para lá.

Destaco alguns jogadores interessantes e inusitados: Abdul, um lutador da Mongólia obcecado com cultura árabe; Ninja, um ninja japonês interessante; Pierre, um palhaço francês; Bob, um lutador brasileiro; mais um palhaço, esse mais maluco e este russo Joker; Rob, um robô de treino usado para ser saco de pancada; e Master, um mestre japonês.


Em 2000 foi lançado uma sequência para o jogo, mas não teve a mesma repercussão e qualidade do anterior. Foi lançado para N64, assim como seu antecessor, mas infelizmente nada aconteceu ou tivemos notícias sobre novos jogos. O primeiro foi produzido pela Genki e distribuído pala Ocean. Enquanto que o segundo foi produzido pela Imagineer Opus e distribuído pelo SouthPeak.

Esperamos que esta série seja revivida e ressurja de maneira triunfante. Desta vez com uma história boa e bons gráficos. Seria um deleite para os fãs da série e para gamers que gostam de jogos de luta.

Cruis’n – A melhor série de Corrida

Cruis’n USA foi é um clássico dos jogos de corrida. Foi o primeiro de uma série de seis jogos com o título Cruis’n, sendo o último em 2007 e um que estrou esse ano, mas com poucas informações até agora. Apesar de grande sucesso e repercussão, seu impacto foi diminuindo ao longo das sequências.


O primeiro game da série foi um estouro e chegou a ser enviado junto do Nintendo 64 durante um período. Seu estilo era uma revolução para a época, com bons gráficos, trilha sonora de qualidade e mecânica fácil de ser utilizada, marcou a história da Nintendo, do console e da empresa produtora, Midway. Empresa essa que teve seu auge nos anos 1990, mas que há tempos não tem emplacado nenhum jogo de grande público ou crítica.
Além de cinco carros iniciais, você conseguia desbloquear outros carros como uma viatura da polícia, um ônibus escolar e outros. Havia cerca de 20 pistas para o jogador queimar pneu aos montes.



Quem vai esquecer da torcida comemorando sua vitória na chegada, ou a moça de biquíni com o troféu, ou ainda o modo como era possível escolher as letras para colocar na placa com seu recorde? Não, meu amigo, jamais esqueceremos de cada detalhe deste que fez história e pavimentou a estrada para que jogos como Forza e Need For Speed pudessem correr.
Em 1998 é lançado a sequência, Cruis’n World, que tinha como pretexto fazer o jogador correr em diversos lugares pelo mundo. O jogo foi bem interessante, com mais carros e pistas que o primeiro, além de cenários ainda mais ricos e desenvolvidos. Rússia, EUA, Alemanha eram apenas alguns dos países que podiam ser visitados, mas muito mais podia ser visto, como florestas, lagos, cavernas e até uma pista que passava dentro do mar (por meio de um túnel) existia.


Apenas um ano depois, o que nos faz pensar qual o motivo que levou a Midway e a Nintendo quererem lançarem com tão curto espaço de tempo outro jogo da série, foi lançado Cruis’n Exotica. Este game foi lançado para N64 e árcade (mesmas plataformas dos anteriores) mas, também, para GBC. Esqueça parâmetros e sentido em jogos de corrida, pois este jogo foi um mais maluco da série. Você podia correr em pistas como a Lua, dentro do mar, desertos absurdos e muitos outros lugares não muito usuais. Os carros continuavam se inovando e proporcionando várias opções interessantes ao jogador.

Os fãs da série estavam totalmente alvoroçados contando que, com a chegada do Game Cube, outro jogo seria lançado e mais pistas e carros fantásticos surgiriam. Mas não foi o que aconteceu. O Game Cube não recebeu nenhum game da série e o jogo seguinte foi Cruis’n Velocity, lançado em 2001 apenas para GBA.


Ninguém ouviria mais nada sobre a série até 2007, quando o game Cruis’n foi lançado. Unicamente para Nintendo Wii, não empolgou muito ficou longe da repercussão dos primeiros jogos. Mas foi bom sentir e ver que um pouco dessa clássica saga estava viva. Porém, poderiam ter feito bem mais e com mais qualidade do que foi apresentado.


Mais um espaço de tempo, absurdo, de 10 anos ocorreu e este ano foi lançado em janeiro o game Cruis’n Blast. Lançado somente e, infelizmente, para Arcade, coisa cada vez mais rara no Brasil e por isso, dificilmente veremos por aqui. Mas o que mais chama atenção é que a empresa responsável é Raw Thrills e não a Midway. Isso se deve, pois, a antiga criadora e detentora dos direitos da série faliu em 2009. Muitos dos funcionários dessa foram para a Raw Thrills e, desta forma, muito dos jogos anteriores está presente neste novo game. Pouco é sabido sobre o jogo a não ser o fato de manter a base dos jogos anteriores e fazer bonito nos gráficos e jogabilidade. Convenhamos nada como jogar corrida em árcade.


Fato é: jamais esqueceremos dessa série fantástica, suas pistas e carros diferentes. Midway: obrigado por tanta alegria e horas de diversão. E que seus antigos funcionários continuem fazendo mágica, estejam onde estiverem.

Super Mario Run chega ao Android em março

Super Mario Run chega ao Android em março;

Super Mario Run chega ao Android em março

Super Mario Run, jogo mobile da Nintendo, chega em março ao Android. Já é possível fazer o pré-registro pelo game no Google Play. Lançado em dezembro de 2016, o título só estava disponível para iOS.
Em Super Mario Run, Mario corre automaticamente para a direita, e o jogador poderá pular com toques na tela. O título envolverá multiplayer em rede capaz de colocar jogares de todo o mundo um contra o outro.

Super Mario Run é um dos cinco títulos planejados pela Nintendo para smartphones com lançamento até o ano que vem, em parceria com a DeNA – o número não leva em conta Pokémon GO, que é desenvolvido pela Niantic. Takashi Tezuka, um dos principais designers da franquia, está envolvido com o desenvolvimento do game, enquanto Miyamoto é o produtor.

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The Legend of Zelda: Breath of the Wild | Veja 20 minutos de gameplay no Switch

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Durante uma das transmissões para demonstrar o Nintendo Switch realizadas na última sexta (13), a Nintendo exibiu 20 minutos de gameplay The Legend of Zelda: Breath of The Wild rodando no console. Veja:

 

The Legend of Zelda: Breath of The Wild leva Link para um mundo vasto, com diversas atividades disponíveis desde o primeiro momento de aventura. O jogo foi premiado como o melhor da E3 2016, o melhor da Gamescom 2016, e será lançado para Wii U e Nintendo Switch em 3 de março.

 

 

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NINTENDO SWITCH: VEJA TODOS OS DETALHES DO CONSOLE HÍBRIDO

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O Nintendo Switch é o novo videogame da Nintendo que traz a proposta de ser um console doméstico e um portátil. Ele chega em 3 de março nos Estados Unidos e Japão, custando US$ 299. Há muitos jogos que chegam com ele, como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, e que serão lançados até o final de 2017, como Super Mario Odyssey.

A Nintendo aproveitou seu evento especial na madrugada desta sexta (13) para divulgar os preços dos acessórios do Nintendo Switch, o que inclui o Pro Controller e os controles Joy-Con avulsos. Confira os valores (em dólares):

 

Pro Controller — US$ 69,99
Conjunto de controles Joy-Con — US$ 79,99
Joy-Cons individuais (L ou R) — US$ 49,99
Joy-Con Charging Grip (para conectar os dois Joy-Cons e carregar a energia durante o jogo) — US$ 29,99
Nintendo Switch Dock Set (base extra, que acompanha um cabo HDMI e adaptador AC) — US$ 89,99
Joy-Con Wheel (conjunto de dois volantes, próprio para games de corrida como Mario Kart 8) — US$ 19,99

nintendo switch pro controller vai custar US$ 69,99

 

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E3 2015 | ASSISTA AOS TRAILERS DA NINTENDO

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E3 2015  começou! Chegou a vez da Nintendo mostrar suas novidades na maior feira de games do mundo. Para esta conferência, a Big N promete mais detalhes sobre Super Mario MakerStar FoxYoshi’s Woolly World e mais games.

NINTENDO E3

NINTENDO E3

 

Star Fox: Zero

Wii U – Skylanders SuperChargers E3

Nintendo 3DS – The Legend of Zelda: Tri Force Heroes

Nintendo 3DS – Hyrule Warriors Legends

Nintendo 3DS – Metroid Prime: Federation Force

Nintendo 3DS – Fire Emblem Fates

Wii U – Xenoblade Chronicles X

Nintendo 3DS – Animal Crossing:

Wii U – Yoshi’s Woolly World

Nintendo 3DS – YO-KAI WATCH

Nintendo 3DS – Mario & Luigi: Paper Jam

Wii U – Mario Tennis: Ultra Smash

Wii U – Super Mario Maker E3

Nintendo – Let’s Super Mario!

E3 2015 está sendo realizada em Los Angeles de 16 a 18 de junho, com apresentações de estúdios e produtoras a partir do dia 14.